Sofá é descartado indevidamente
O descarte de móveis, lixo e entulhos nas ruas da cidade está preocupando alguns moradores. Na rua Coronel Azambuja e na avenida General Osório, as reclamações têm sido frequentes.
Conforme relatos de um morador da rua Coronel Azambuja, além de móveis velhos, pedaços de madeira e papelão estão jogados na calçada. “Concordo que, às vezes, não sabemos como descartar um móvel velho. Mas deixar na calçada atrapalha quem passar por ali, além de servir de cama para alguns animais, o que acaba causando mau cheiro”, explica.
A moradora da avenida General Osório, quadra 1400, em frente à escola Carlos Antônio Kluwe (Estadual, Carmem Gonçalves, afirma que o lixo colocado no canteiro não vem somente da instituição. “Alguns moradores da quadra descartam o lixo doméstico ali também, sendo que há um contêiner na esquina. Não tem porque deixar no meio do canteiro. Os cães rasgam as embalagens, espalham os resíduos. Sem falar que, se chover, vai causar alagamento, pois entope as sarjetas. Pedimos uma maior conscientização dos moradores da redondeza”, explica.
Contraponto
O chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smam) Uéquerlan Hilário, explica o que deve ser feito para um descarte correto. “Quem quiser descartar um móvel, um fogão ou qualquer objeto grande, que não possa ser colocado em contêineres, deve ligar para a Smam. Iremos orientá-lo a levar no aterro sanitário para fazer o devido descarte, ou então, vamos recolher no local”, enfatiza.
Hilário afirma que a secretaria está trabalhando em um novo projeto. “Vamos instalar ecopontos móveis, a cada semana em um local, para recolher esse tipo de material, a fim de que seja corretamente descartado”, completa.
A respeito do lixo na avenida General Osório, o chefe de gabinete informa que já foi encaminhado um comunicado à escola. “A partir daí, eles têm um prazo de sete dias para recolher o material do local. Após, a instituição será notificada e pode ser autuada”, pondera.
Fonte: http://www.jornalfolhadosul.com.br/